Depois de estudar a Bíblia por 70 anos, George Campbell Morgan (1863-1945) revelou que por sete anos leu de maneira séria, mas não profunda, de Gênesis a Apocalipse. Assim, ele pode ver a Bíblia, de maneira macroscópica, e não microscópica. Ele disse que durante aqueles sete anos tinha o hábito de ler ao menos cinquenta vezes cada livro antes de fazer anotações sobre o que lera.
(…) foi considerado “o homem da Palavra” e “o príncipe dos expositores“, inclusive por muitos cristãos eruditos.
A contribuição dos escritos de Campbell Morgan é que neles sempre encontramos um fundamento muito sólido. Seus livros não são muito profundos, mas são fundamentais e com um conteúdo muito sólido (Chen, Christian. Traze os Livros . 1.ed.-; Belo Horizonte: Ed. Tesouro Aberto, 2015, p. 25/26).
Houve uma ocasião em que o Dr. Campbell Morgan se reuniu com alguns jovens toda a sexta-feira por 52 semanas e, dentre os mais brilhantes, estava T. Austin-Sparks.
Em seu serviço memorial, D. Martyn Lloyd-Jones declarou eloquentemente: “Quando ele entrou em cena? Foi imediatamente depois daquelas maravilhosas campanhas de D. L. Moody e Sankey neste país. Houve aquelas grandes visitas do Espírito. Homens e mulheres foram convertidos aos milhares. Esse grande movimento evangelístico havia surgido em toda a vida da Igreja, e o que era necessário acima de tudo naquele momento era alguém que pudesse ensinar esses convertidos. E, ‘um homem veio de Deus‘ cujo nome era George Campbell Morgan; e ele veio no momento crítico, na hora certa, quando todas aquelas emoções e experiências espirituais precisavam ser aproveitadas, aprofundadas e fomentadas. Os evangelistas haviam feito seu trabalho; era a vez do professor; e Deus o enviou” (27ª Conferência de Treinamento – obra cristã À Maturidade: A Vida que Vence como vista na História da Igreja, 2023, p. 41).
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