Estudos de G. Campbell Morgan

O seu amor pelas Escrituras era tão grande que ele se propôs a ler a Palavra de Deus 40 vezes antes de fazer o seu primeiro comentário acerca das Sagradas letas.

Houve uma ocasião em que o Dr. Campbell Morgan se reuniu com alguns jovens toda a sexta-feira por 52 semanas e, dentre os mais brilhantes, estava T. Austin-Sparks.Campbell Morgan

George Campbell Morgan (Dezembro 1863 a Maio 1945) foi um evangelista, pregador, líder e professor. Ele foi um dos grandes pregadores na Capela de Westminster em Londres de 1904-1919, e de 1933-1943.

Nasceu em Tetbury, Inglaterra, filho de um pastor batista. Quando tinha 10 anos, D.L. Moody veio para a Inglaterra pela primeira vez, e o efeito deste ministério, combinado com a dedicação de seus pais, marcaram muito o jovem Morgan, que com a idade de 13 anos, pregou seu primeiro sermão. Dois anos mais tarde, ele começou a pregar regularmente em capelas do país durante os domingos e feriados.

Em 1886, com a idade de 23 anos, ele deixou o ensino profissional, para o qual ele tinha sido treinado, e começou a dedicar seu tempo integral ao ministério da Palavra de Deus.

Em 1896, D.L. Moody convidou-o a palestrar para os alunos no Moody Bible Institute. Este foi o primeiro das suas 54 travessias do Atlântico para ministrar a Palavra.

Após a morte de Moody, em 1899, Morgan assumiu o cargo de diretor da Conferência Bíblica de Northfield. Os muitos milhares que foram convertidos por meio do ministério da Moody precisavam de um professor da Bíblia para os fortalecer e aprofundar na fé, e G. Campbell Morgan se tornou este professor.

Deixando a Westminster Chapel, em 1919, voltou mais uma vez para os Estados Unidos, onde realizou um ministério itinerante por 14 anos. Muitos milhares de pessoas o ouviram pregar em quase todos os estados e também no Canadá.

O método de Morgan era, geralmente, orar brevemente, e depois estudar a própria Escritura – tomá-la completamente no seu contexto – antes de se virar para os comentários. Isso deu ao seu trabalho um frescor que muitos outros não tinham. Os seus sessenta livros e onze folhetos venderam-se bem, especialmente “The Crises of the Christ” (‘As crises de Cristo’). Apesar de ter morrido em 1945, muitos dos seus escritos ainda hoje são impressos.

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